O açúcar e a saúde da criança pequena



Os pais nem sempre sabem como agir quando o tema é açúcar. Pode ou não pode inclui-lo na dieta da criança pequena? Uma ala de especialistas é radicalmente contra. Outra ala é mais flexível. No entanto, todos são unânimes ao afirmar que o açúcar pode se tornar um grande vilão da saúde.
Como profissional que atua com a Primeira Infância, sua função é orientar, esclarecer e ajudar os pais a contribuírem, em todos os aspectos, ao desenvolvimento de seus filhos.
Por isso, o post de hoje traz informações sobre um tema que divide opiniões: o consumo do açúcar. O que você vai ler aqui teve como base a reportagem do Jornal de Santa Catarina e pretende fortalecer seus argumentos para que possa cumprir o seu papel profissional.
A matéria é categórica: se consumido em excesso, todo tipo de açúcar pode fazer mal, tanto a crianças quanto a adultos.
Por isso, para estabelecer um equilíbrio alimentar, recomenda-se que os pais deem preferência aos alimentos com açúcar na sua composição natural, como leite, frutas, pães e alguns vegetais.
O problema maior está no consumo do açúcar refinado, presente em balas, biscoitos, chocolates, pirulitos, gelatinas, refrigerantes e sucos artificiais. O fato de ser refinado significa que passou por um processo industrial que anulou todas as vitaminas, tirando o seu valor nutritivo.
Mas, temos de admitir que manter os pequenos completamente distantes dessas guloseimas coloridas e doces é uma missão muito difícil. Mesmo os adultos, em sua grande maioria, não consegue tamanho feito quanto ao próprio consumo. É importante não desistir da missão de evitar o açúcar na alimentação da criança pequena.
A matéria reforça o que sempre trazemos aqui: até o sexto mês de vida o que vale como regra é a alimentação exclusiva com o leite materno.
Após essa etapa, alguns especialistas admitem a introdução de alimentos com açúcar natural na dieta da criança, lembrando que o consumo excessivo quando bebês pode sobrecarregar o pâncreas. Por outro lado, o consumo do açúcar refinado é totalmente desaprovado nos dois primeiros anos, porque, entre tantos malefícios, leva à formação de cáries e à alteração no paladar da criança.
Na fase da infância, substituir o açúcar por adoçantes artificiais também é contraindicado.
A criança quer comer algo doce? Acostume-a, desde pequena, a consumir alimentos na sua forma mais natural possível. Mas, se o açúcar for necessário, o melhor é o mascavo, que mantém vitaminas e minerais na sua composição.
O efeito do açúcar no cérebro é que nos leva a querer consumi-lo cada vez mais, porque algumas de suas substâncias estimulam a produção da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar.
Por isso, quando a criança pede açúcar ou quando os pais vão alimentá-la, os cereais, as frutas e os vegetais podem ser uma ótima opção porque, além de trazer benefícios ao crescimento, também produzem a sensação de prazer. Daí a importância de perpetuar esse hábito desde pequeno. Aliás, da gestação aos dois anos é a fase ideal para investir em uma educação alimentar sadia. E é claro que ela passa pelo exemplo dos adultos que convivem com a criança.
Embora pareça óbvio que o exemplo é tudo, muitos adultos querem estabelecer regras alimentares para os filhos e, no dia a dia, sãos os primeiros a burlá-las. Exigir que a criança “ande na linha” só mesmo para aqueles que cumprem os combinados.



Os pais nem sempre sabem como agir quando o tema é açúcar. Pode ou não pode inclui-lo na dieta da criança pequena? Uma ala de especialistas é radicalmente contra. Outra ala é mais flexível. No entanto, todos são unânimes ao afirmar que o açúcar pode se tornar um grande vilão da saúde.
Como profissional que atua com a Primeira Infância, sua função é orientar, esclarecer e ajudar os pais a contribuírem, em todos os aspectos, ao desenvolvimento de seus filhos.
Por isso, o post de hoje traz informações sobre um tema que divide opiniões: o consumo do açúcar. O que você vai ler aqui teve como base a reportagem do Jornal de Santa Catarina e pretende fortalecer seus argumentos para que possa cumprir o seu papel profissional.
A matéria é categórica: se consumido em excesso, todo tipo de açúcar pode fazer mal, tanto a crianças quanto a adultos.
Por isso, para estabelecer um equilíbrio alimentar, recomenda-se que os pais deem preferência aos alimentos com açúcar na sua composição natural, como leite, frutas, pães e alguns vegetais.
O problema maior está no consumo do açúcar refinado, presente em balas, biscoitos, chocolates, pirulitos, gelatinas, refrigerantes e sucos artificiais. O fato de ser refinado significa que passou por um processo industrial que anulou todas as vitaminas, tirando o seu valor nutritivo.
Mas, temos de admitir que manter os pequenos completamente distantes dessas guloseimas coloridas e doces é uma missão muito difícil. Mesmo os adultos, em sua grande maioria, não consegue tamanho feito quanto ao próprio consumo. É importante não desistir da missão de evitar o açúcar na alimentação da criança pequena.
A matéria reforça o que sempre trazemos aqui: até o sexto mês de vida o que vale como regra é a alimentação exclusiva com o leite materno.
Após essa etapa, alguns especialistas admitem a introdução de alimentos com açúcar natural na dieta da criança, lembrando que o consumo excessivo quando bebês pode sobrecarregar o pâncreas. Por outro lado, o consumo do açúcar refinado é totalmente desaprovado nos dois primeiros anos, porque, entre tantos malefícios, leva à formação de cáries e à alteração no paladar da criança.
Na fase da infância, substituir o açúcar por adoçantes artificiais também é contraindicado.
A criança quer comer algo doce? Acostume-a, desde pequena, a consumir alimentos na sua forma mais natural possível. Mas, se o açúcar for necessário, o melhor é o mascavo, que mantém vitaminas e minerais na sua composição.
O efeito do açúcar no cérebro é que nos leva a querer consumi-lo cada vez mais, porque algumas de suas substâncias estimulam a produção da serotonina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar.
Por isso, quando a criança pede açúcar ou quando os pais vão alimentá-la, os cereais, as frutas e os vegetais podem ser uma ótima opção porque, além de trazer benefícios ao crescimento, também produzem a sensação de prazer. Daí a importância de perpetuar esse hábito desde pequeno. Aliás, da gestação aos dois anos é a fase ideal para investir em uma educação alimentar sadia. E é claro que ela passa pelo exemplo dos adultos que convivem com a criança.
Embora pareça óbvio que o exemplo é tudo, muitos adultos querem estabelecer regras alimentares para os filhos e, no dia a dia, sãos os primeiros a burlá-las. Exigir que a criança “ande na linha” só mesmo para aqueles que cumprem os combinados.

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