Muitas
gestantes expressam o seu medo do parto, outras sofrem caladas. Esse
temor é natural, ainda mais em uma cultura em que esse momento é
retratado dramaticamente em filmes, novelas e folhetins. Seu papel como
profissional da Saúde é justamente ajudar a futura mãe a encarar o medo,
com argumentos transparentes e objetivos.
Algumas
gestantes, especialmente de “primeira viagem”, geralmente sentem
insegurança sobre a forma como querem ter seus filhos e carregam consigo
os temores do parto. É importante que, durante o pré-natal, as dúvidas e
inseguranças sejam acolhidas e conversadas honestamente. Toda mulher
tem o direito de saber os prós e contras da cesárea e os benefícios do
parto normal para fazer uma opção consciente e responsável.
Muitas
gestantes associam dor extrema, sofrimento e complicações médicas ao
parto normal e apresentam um quadro de ansiedade extrema durante a
gestação, que, segundo um estudo desenvolvido na Finlândia com 500 mil
mães, pode ter efeitos negativos durante a gravidez e após o nascimento
da criança, como a depressão pós-parto.
A
saída? Dar espaço para que a gestante fale o que quiser, tire todas as
suas dúvidas e entenda que não existe pergunta sem sentido. Tudo é
válido para saber mais sobre um momento único e especial, que é o
nascimento de um filho.
E
as respostas? Precisam ser objetivas. Quando o tema é a dor que se
sente no parto normal, por exemplo, seja afetivamente sincero: ela
existe, sim, e não há como evitá-la totalmente. Mas, é possível
amenizá-la. Exercícios, massagens, relaxamento na água, postura e
técnicas de respiração diminuem o incômodo das contrações e podem ser
aprendidos em cursos e durante o pré-natal. E vale a ressalva: a dor tem
tempo para acabar. Não se prolonga depois do nascimento do bebê,
diferentemente da cesariana, em que a dor do parto não existe, mas o
incômodo pós-operatório persiste por dias.
O
medo da anestesia, que alivia a dor, é outra preocupação de muitas
mães. Elas devem saber que existem três tipos do analgésico: a
raquianestesia, aplicada próximo à medula, que adormece as pernas por
algumas horas, mais usada em cesarianas; a peridural, que não interfere
nos movimentos, mais usada em partos normais; e o bloqueio duplo, em que
uma injeção peridural é aplicada e um cateter fica ligado ao corpo da
mulher por onde é injetada uma dose menor do anestésico raquidiano,
tirando a dor sem eliminar totalmente a sensibilidade do corpo.
Hoje
em dia, muitos especialistas afirmam que esses procedimentos são
seguros, já que as técnicas de aplicação evoluíram nos últimos anos.
Lançar ou não mão desses recursos é uma escolha que a parturiente tem
direito de fazer, sob a orientação de um profissional.
Há
casos de mães que querem o parto normal, mas, por algum impedimento
(pressão alta, diabetes, posição do bebê), não poderão realizá-lo.
Encarar a cesárea, no meio do processo, não é tão fácil para elas.
É
importante tranquilizá-las, mostrando que a cirurgia também evoluiu e
que os riscos de infecção diminuíram. O corte, que antigamente era
longitudinal, é menor, mais baixo e acompanha as linhas do abdômen. O
pós-operatório pode ser dolorido, mas há medicações que aliviam o
desconforto.
O
que devemos reforçar é o apoio à mãe. Independentemente da opção que
ela fizer, tendo clareza da situação, os problemas emocionais do
pós-parto serão nulos ou mínimos.
Incentivá-la
a fazer o parto normal, se ela tem total condição para isso, também é o
seu papel, mostrando as muitas vantagens desse procedimento. No post “Parto normal: a melhor opção até para a realeza” você terá mais argumentos para isso.
Muitas
gestantes expressam o seu medo do parto, outras sofrem caladas. Esse
temor é natural, ainda mais em uma cultura em que esse momento é
retratado dramaticamente em filmes, novelas e folhetins. Seu papel como
profissional da Saúde é justamente ajudar a futura mãe a encarar o medo,
com argumentos transparentes e objetivos.
Algumas
gestantes, especialmente de “primeira viagem”, geralmente sentem
insegurança sobre a forma como querem ter seus filhos e carregam consigo
os temores do parto. É importante que, durante o pré-natal, as dúvidas e
inseguranças sejam acolhidas e conversadas honestamente. Toda mulher
tem o direito de saber os prós e contras da cesárea e os benefícios do
parto normal para fazer uma opção consciente e responsável.
Muitas
gestantes associam dor extrema, sofrimento e complicações médicas ao
parto normal e apresentam um quadro de ansiedade extrema durante a
gestação, que, segundo um estudo desenvolvido na Finlândia com 500 mil
mães, pode ter efeitos negativos durante a gravidez e após o nascimento
da criança, como a depressão pós-parto.
A
saída? Dar espaço para que a gestante fale o que quiser, tire todas as
suas dúvidas e entenda que não existe pergunta sem sentido. Tudo é
válido para saber mais sobre um momento único e especial, que é o
nascimento de um filho.
E
as respostas? Precisam ser objetivas. Quando o tema é a dor que se
sente no parto normal, por exemplo, seja afetivamente sincero: ela
existe, sim, e não há como evitá-la totalmente. Mas, é possível
amenizá-la. Exercícios, massagens, relaxamento na água, postura e
técnicas de respiração diminuem o incômodo das contrações e podem ser
aprendidos em cursos e durante o pré-natal. E vale a ressalva: a dor tem
tempo para acabar. Não se prolonga depois do nascimento do bebê,
diferentemente da cesariana, em que a dor do parto não existe, mas o
incômodo pós-operatório persiste por dias.
O
medo da anestesia, que alivia a dor, é outra preocupação de muitas
mães. Elas devem saber que existem três tipos do analgésico: a
raquianestesia, aplicada próximo à medula, que adormece as pernas por
algumas horas, mais usada em cesarianas; a peridural, que não interfere
nos movimentos, mais usada em partos normais; e o bloqueio duplo, em que
uma injeção peridural é aplicada e um cateter fica ligado ao corpo da
mulher por onde é injetada uma dose menor do anestésico raquidiano,
tirando a dor sem eliminar totalmente a sensibilidade do corpo.
Hoje
em dia, muitos especialistas afirmam que esses procedimentos são
seguros, já que as técnicas de aplicação evoluíram nos últimos anos.
Lançar ou não mão desses recursos é uma escolha que a parturiente tem
direito de fazer, sob a orientação de um profissional.
Há
casos de mães que querem o parto normal, mas, por algum impedimento
(pressão alta, diabetes, posição do bebê), não poderão realizá-lo.
Encarar a cesárea, no meio do processo, não é tão fácil para elas.
É
importante tranquilizá-las, mostrando que a cirurgia também evoluiu e
que os riscos de infecção diminuíram. O corte, que antigamente era
longitudinal, é menor, mais baixo e acompanha as linhas do abdômen. O
pós-operatório pode ser dolorido, mas há medicações que aliviam o
desconforto.
O
que devemos reforçar é o apoio à mãe. Independentemente da opção que
ela fizer, tendo clareza da situação, os problemas emocionais do
pós-parto serão nulos ou mínimos.
Incentivá-la
a fazer o parto normal, se ela tem total condição para isso, também é o
seu papel, mostrando as muitas vantagens desse procedimento. No post “Parto normal: a melhor opção até para a realeza” você terá mais argumentos para isso.

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