A
pergunta foi feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre
educação. As respostas surpreendem e servem para nossa reflexão, como
profissionais que trabalham com a Primeira Infância e que, diariamente,
têm contato com pais muitas vezes angustiados porque não sabem, de fato,
o que é melhor para seus filhos.
Este post foi inspirado em um texto publicado no portal de notícias americano The Huffngton Post, que nos chamou a atenção.
Ele
fala de um tema que tem pautado discussões entre educadores e pais. Não
é nada conclusivo, porém, para seu trabalho, serve como base às suas
argumentações e, até mesmo, para você refletir sobre como tem
encaminhado as orientações que dá aos pais.
O
que o artigo traz é a realidade do mundo contemporâneo onde “ter”,
“ser”, “saber” mais parecem pré-requisitos para uma espécie de
competição. Muitos pais sentem-se melhores quando percebem que seus
filhos sabem mais do que outros, como se isso os tornassem
diferenciados.
Mas, será que é por aí que o sucesso futuro de um indivíduo pode ser medido?
Aquela
pergunta da mãe, sobre o que a criança pequena tinha de saber, trouxe
uma série de respostas da especialista Alicia Bayer, transcritas no
artigo, que merecem ser compartilhadas com seus colegas educadores e com
as famílias.
Enquanto
para algumas mães a lista de saberes incluía, entre outras coisas,
conhecer os nomes dos planetas e contar até cem, a da especialista
trazia outras competências.
Para ela, uma criança deve saber…… que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.… que está segura e como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.… seus direitos e que sua família sempre a apoiará.… rir, fazer-se de boba, ser “vilã” e utilizar sua imaginação.… que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.… que o mundo é mágico e ela também.… que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.…que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética.
Mas, a especialista não parou aí e também elaborou uma lista do que os pais devem saber:
Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro éler para as crianças desde pequenas, dedicando um tempo do dia ou da noite para isso.
Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz.
A obstinação em garantir aos filhos todas as “oportunidades” acaba
gerando uma vida com múltiplas atividades e cheia de tensão como a dos
adultos. Uma das melhores coisas que se pode oferecer às crianças é uma infância simples e despreocupada.
E você, educador, o que acha que uma criança pequena deve saber? Você concorda com as listas apresentadas pela especialista?
A
pergunta foi feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre
educação. As respostas surpreendem e servem para nossa reflexão, como
profissionais que trabalham com a Primeira Infância e que, diariamente,
têm contato com pais muitas vezes angustiados porque não sabem, de fato,
o que é melhor para seus filhos.
Este post foi inspirado em um texto publicado no portal de notícias americano The Huffngton Post, que nos chamou a atenção.
Ele
fala de um tema que tem pautado discussões entre educadores e pais. Não
é nada conclusivo, porém, para seu trabalho, serve como base às suas
argumentações e, até mesmo, para você refletir sobre como tem
encaminhado as orientações que dá aos pais.
O
que o artigo traz é a realidade do mundo contemporâneo onde “ter”,
“ser”, “saber” mais parecem pré-requisitos para uma espécie de
competição. Muitos pais sentem-se melhores quando percebem que seus
filhos sabem mais do que outros, como se isso os tornassem
diferenciados.
Mas, será que é por aí que o sucesso futuro de um indivíduo pode ser medido?
Aquela
pergunta da mãe, sobre o que a criança pequena tinha de saber, trouxe
uma série de respostas da especialista Alicia Bayer, transcritas no
artigo, que merecem ser compartilhadas com seus colegas educadores e com
as famílias.
Enquanto
para algumas mães a lista de saberes incluía, entre outras coisas,
conhecer os nomes dos planetas e contar até cem, a da especialista
trazia outras competências.
Para ela, uma criança deve saber…… que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.… que está segura e como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.… seus direitos e que sua família sempre a apoiará.… rir, fazer-se de boba, ser “vilã” e utilizar sua imaginação.… que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.… que o mundo é mágico e ela também.… que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.…que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética.
Mas, a especialista não parou aí e também elaborou uma lista do que os pais devem saber:
Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro éler para as crianças desde pequenas, dedicando um tempo do dia ou da noite para isso.
Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz.
A obstinação em garantir aos filhos todas as “oportunidades” acaba
gerando uma vida com múltiplas atividades e cheia de tensão como a dos
adultos. Uma das melhores coisas que se pode oferecer às crianças é uma infância simples e despreocupada.
E você, educador, o que acha que uma criança pequena deve saber? Você concorda com as listas apresentadas pela especialista?

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